"Você encontra milhares de pessoas e nenhuma delas te tocam, e então, você encontra uma pessoa, e a sua vida muda. Para sempre."
(Love & Other Drugs)

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sexta-feira, 13 de março de 2015

Capítulo 59: Sempre tão deliciosa...

Capítulo Anterior:
Quando terminamos de comer pagamos a conta (Selena e eu combinamos de dividir a conta, apesar de eles não quererem no começo). Saímos do centro de patinação, caminhando em direção ao estacionamento. Nicholas convidou Mikey e Selena para irem ao seu apartamento e eles toparam.



Nick’s POV

Capítulo dividido:
Parte II.

Senti a água morna caindo sobre meu corpo assim que me aproximei de Demetria, que me encarava fixamente. Segurei sua cintura com força com uma mão e a trouxe para mim, seu corpo se chocou com força contra o meu e esfreguei meu pênis contra sua vagina, fazendo-a sentir minha ereção. 

Minha mão livre se emaranhou em seus cabelos molhados e trouxe seu rosto para perto do meu. Encarei seu rosto rapidamente. As bochechas levemente coradas por causa das doses de Tequila pura, os olhos transbordando o desejo que ela sentia e os lábios carnudos e sempre avermelhados, presos com os próprios dentes. 

- Tão linda! – Sussurrei, roçando nossos lábios. 

Minha língua invadiu sua boca e explorou cada parte dela, preenchendo-a por inteiro. Nossas línguas se moviam dentro de nossas bocas com violência e selvageria. Senti suas mãos em minha cintura, apertando lentamente o local, e em poucos minutos foram parar na parte de trás, descendo até minha bunda, onde apertou com força. Acabei sorrindo malicioso entre o beijo. E pressionei mais minha ereção contra ela, fazendo-a grunhir entre o beijo. 

Empurrei Demetria até a parede, sem desgrudar nossas bocas. Ela grunhiu descontente e apertou suas mãos em minha bunda. Provavelmente fez isso por causa da parede de piso gelada. 

Afastei minha boca da sua e desci até seu pescoço, ora chupando, ora beijando. As mãos dela subiram pelas minhas costas lentamente, deixando arranhões por conta de suas unhas de tamanho médio, até chegar em minha nuca, onde agarrou os cabelos dali, puxando-os sem dó. 

Uma de minhas desceu até chegar ao elástico da calcinha dela, brinquei um pouco, mas logo a puxei para baixo e a mesma deslizou sobre as pernas de Demetria. Sem eu esperar, e antes que eu pudesse por meus planos em prática, Demetria interverteu nossas posições, me deixando encostado na parede de piso gelada. Ela me encarou com aquele maldito sorriso malicioso e eu senti minhas pernas meio bambas. Essa garota me tirava o chão, me deixava sem qualquer pingo de sanidade ou vergonha. 
Agora, era Demetria quem estava beijando e chupando meu pescoço. Suas chupadas foram descendo por meu corpo e eu já sabia onde iríamos chegar. E posso dizer que estava ansioso para isso acontecer logo. 

Ela ficou de joelhos no piso do banheiro, no meio dar minhas pernas, e apertou lentamente meu pênis sob a cueca. Eu sentia meus olhos pesando, mas não poderia fecha-los. Não agora. Eu gostava de observar fixamente cada movimento que ela fazia. 

Ela beijou meu umbigo, demorando no local, mas logo desceu sua boca para barra de minha cueca. Usando a boca ela retirou a minha cueca numa lentidão sem fim. Meu pênis duro saltou, apontando. Minha barriga se contraiu e minha respiração ficou tensa, quando senti ela depositar um beijo na glande. Suspirei fundo, procurando pelo ar que me faltava. 

Vários beijos foram distribuídos desde a glande até as bolas. Senti sua boca se afastar de mim e foi substituída por sua mão macia, que não tardou a se movimentar agilmente num sobe e desce sobre meu pênis. Gemidos baixos começavam a sair de minha boca. Meus olhos estavam fixos em Demetria. Cada movimento que ela fazia, eu prestava total atenção. 

Depois de pouco tempo sua mão abandonou meu pênis e senti sua respiração batendo sobre o mesmo. Logo, meu pênis foi abocanhado por sua boca quente. Um gemido alto saiu sem permissão de minha boca. Sua boca fazia movimentos lentos de vaivém. Encarei-a e ela também me encarava. Ver Demetria me chupando e me encarando enquanto o fazia, com certeza, é a visão mais excitante que eu podia ter no momento. 

Ela sugou fortemente meu pênis e mais gemidos saíram de minha boca. Eu não podia contê-los. Simplesmente saiam. 

Agarrei seus cabelos e forcei sua boca ainda mais contra mim enquanto a guiava para que seus movimentos sobre mim fossem mais rápidos. 

A cada movimento da boca de Demetria meus gemidos aumentavam e quando eu pude perceber, meu interior estava se contraindo e em poucos minutos eu estava gozando dentro da boca dela. Ela engoliu tudo, sem deixar cair uma gota. Tudo. Seu rosto se afastou de mim e eu a vi limpando os cantos dos lábios carnudos e depois levando os dedos até sua boca, chupando-os. 

Assim que ela se levantou novamente, não pensei duas vezes e agarrei sua cintura com força, trazendo seu corpo para perto do meu com violência e grudando seus lábios nos meus com selvageria. Quando minha língua tocou na sua e eu pude sentir meu próprio gosto. Mordi lentamente seus lábios e depois língua, ela gemeu baixo entre o beijo. 

Minhas mãos passeavam por seu corpo sem o menor pudor. Ora apertando com força sua bunda deliciosa, ora apertando sua cintura, trazendo ainda mais para mim e fazendo com que nossas intimidades roçassem. 

Desci uma de minhas mãos até sua vagina, onde acariciei lentamente seu clitóris e seus lábios vaginais. Ela separou seus lábios dos meus e gemeu alto. Continuei acariciando-a enquanto ela gemia cada vez mais alto. Minha mão, que estava livre, se direcionou ao seu seio esquerdo, pegando-o e apertando-o. Demetria gemeu ainda mais alto. 

- Como você foi uma boa menina, eu vou lhe fazer um agrado... – Falei, direcionando dois dos meus dedos até sua entrada e ameaçando a penetra-la. Ela estava tão ansiosa e não parava de gemer. Mal respirava. –... Mas você tem que ser ainda mais boazinha e me pedir com educação. Peça, Demetria! – Cheguei meus dedos ainda mais perto, quase penetrando-a. Prendi seus lábios entre os meus e mordi com força, mas logo fui soltando aos poucos.

- Nicholas... Nicholas. – Quase a penetrei, o que a fez gemer alto.
- Sim? – Afastei meus dedos e ela soltou um gemido sôfrego.
- Por... Por fa-favor... – Pediu ofegante, com a voz trêmula, e entre gemidos. 

Deslizei meus dedos para dentro dela de uma vez só e com força. Com muita fora. Movimentava meus dedos rapidamente dentro dela e seus gemidos ficavam cada vez mais altos, se possíveis. Ela praticamente gritava. E eu gostava disso! Gostava de ver como ela ficava diante de mim, diante dos meus toques. 

Apesar de estarmos molhados, eu podia sentir sua deliciosa umidade, deixando meus dedos ainda mais molhados e com mais facilidade para deslizar dentro dela. 

Enquanto três de meus dedos a penetravam, o meu dedão massageava seu clitóris e minha mão livre apertava seu seio esquerdo com vontade. 

Demetria jogou sua cabeça para trás e soltou um gemido mais rouco, indicando que ela havia chego ao orgasmo. Inclinei minha cabeça e distribuí chupadas fortes em seu pescoço.

Ela me encarou, ainda ofegante e eu dei um sorriso malicioso enquanto levava meus dedos aos meus lábios e chupava lentamente cada um deles. Ela me encarava fixamente, prestando total atenção em cada movimento meu. Aproximei meus lábios dos seus, lhe dando um beijo rápido, para que ela pudesse sentir seu próprio gosto, assim como eu. 

Separei nossos lábios e segui minha boca em direção a sua orelha, e sussurrei:

- Sempre tão deliciosa... – E mordi seu lóbulo. Ela suspirou, mas não como estivesse cansada e, sim, excitada. E eu a entendia perfeitamente, pois a cada gemido dela, a cada minuto que eu tinha meus dedos dentro dela, eu me sentia mais excitado. Meu corpo já estava pegando fogo novamente, meu pau já doía de tão duro por ela e eu estava mais sedento do que nunca para estar dentro dela. 

Desliguei o chuveiro e peguei Demetria no colo e ela enlaçou suas pernas em minha cintura, com força. Meu pau roçava em sua virilha. Gememos baixo juntos. 

Saí do banheiro com ela em meus braços e caminhei com ela até a cama, colocando-a ali com delicadeza. Ela parecia cansada. 

Voltei para o banheiro e peguei uma toalha, me secando rapidamente, e voltei ao quarto.
Um sorriso enorme e malicioso se abriu em meu rosto ao voltar para o quarto e ver Demetria de quatro, mas de frente para mim, sorrindo maliciosa. Os cabelos molhados grudados em seu rosto, às bochechas coradas por causa das nossas preliminares á pouco tempo no banheiro e o corpo ainda molhado. Seu olhar desceu para pênis, duro e reto, apontando para sua direção. Ela passou a língua lentamente pelos lábios. 

- Pelo jeito ainda não terminamos... – Falei com os olhos fixos nos dela e caminhando lentamente em sua direção.
- Com certeza não. – Ela afirmou, saindo de sua posição anterior e dobrando os joelhos sentando-se sobre seus pés. 

Fiquei em pé em frente a cama e agarrei seus cabelos e sua nuca, trazendo-a para mim. Inclinei meu rosto em direção ao seu e beijei seus lábios, com mais selvageria que antes.

Puxei os cabelos de Demetria para trás, separando nossos lábios e observei sua boca inchada e mais avermelhada que o normal. Aproximei minha boca do seu ouvido, enquanto minhas mãos deslizavam para cima e para baixo sobre suas costas. Nós nos encontrávamos no mesmo estado: ofegantes e com a respiração desregulada. 

- Eu quero... – Comecei a falar, tentando controlar minha respiração. –... Foder você na posição de antes. – Terminei, afastando meu rosto do seu, e encarei-a. Ela estava de olhos fechados, mas logo os abriu e me encarou. Seus olhos expressavam desejo. Puro desejo. 

Demetria voltou a sua posição anterior, ficando de quatro, só que desta vez de costas para mim, com seus pés para fora da cama, ficando o mais próxima possível de mim. Aproximei-me ainda mais dela. Dei um tapa forte em sua bunda, que a fez gemer alto de prazer. Posicionei-me atrás dela e direcionei meu pau na entrada de sua vagina, que estava ainda mais molhada que antes. Segurei sua cintura, apertando fortemente o local. Penetrei-a de uma vez só, com força, sem avisa-la. Gememos alto.

Apesar de ter entrado com força dentro dela, minhas estocadas começaram lentas e fracas. Os gemidos que saiam de nossas bocas eram constantes e aumentavam gradualmente, assim como a força de minhas estocadas que iam aumentando a cada minuto que se passava. Demetria começava a rebolar deliciosamente sobre meu pau. Certas vezes eu retirava todo meu pau de dentro dela e depois voltava com força, mais força. Em outras vezes eu apenas tirava a metade, deixando a cabeça ainda dentro dela. Minhas duas mãos apertavam forte sua cintura, ajudando-a a se mover mais rápido.
Nossos gemidos eram inevitáveis e parecia que a cada segundo que passava precisávamos gemer mais alto. A cada segundo que meu pau saía e entrava nela, a cada segundo que meu pau se enterrava dentro dela, eu precisava gemer. Gemer seu nome. Gemer por ela.
Uma de minhas mãos deslizou por suas costas suada e foi em direção ao seu cabelo, enrolei seus cabelos louros em minha mão e os puxei sem o menor jeito, fazendo a cabeça de Demetria pender para trás. Ela gemeu um pouco mais alto, em resposta, como se aprovasse aquilo.

Senti meu corpo inteiro formigando naquela sensação tão gostosa e tão conhecida. Em poucos minutos eu estava gemendo mais alto e mais rouco enquanto gozava deliciosamente dentro de Demetria. 

Com mais algumas estocadas fortes e com o rebolado dela, não demorou muito e Demetria também chegou ao seu orgasmo, gozando sobre meu pau.


Soltei seus cabelos e ela caiu da cama, fazendo meu pau sair involuntariamente de dentro dela. Senti um desconforto. Joguei-me na cama, ao seu lado e nos cobri com o lençol de minha cama. Encarei-a e ela estava me encarando. Estávamos ofegantes e com as respirações desreguladas, como minutos atrás dentro do banheiro. Suas bochechas estavam mais coradas do que antes, seus lábios mais inchados e mais avermelhados. Mordi meus lábios ao encara-los. Aproximei meu rosto do seu e grudei nossos lábios. Dessa vez o beijo era lento e devagar. Nossas línguas se moviam em união e numa sintonia lenta e profunda. O beijo era lento, doce e cheio de paixão. Cheio de amor.
Terminei o beijo lentamente, com selinhos demorados e afastei nossos lábios. Puxei o corpo quente de Demetria para mais perto do meu, fazendo-a deita sua cabeça em meu peito para que ela pudesse ouvir como meu coração batia forte ela. Envolvi sua cintura em um de meus braços. Encarei-a mais uma vez e vi sua expressão cansada. Os olhos estavam se fechando lentamente e havia um sorriso satisfeito em seu belo rosto. Beijei sua testa com carinho. 

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Segunda e última parte do capítulo 59 postada! Eu nem ia postar hoje, porque só teve um comentário no último capítulo. </3 Assim, realmente, fica difícil se animar pra postar. Mas tudo bem, porque tô querendo terminar logo essa história, pra começar a próxima e terminar logo o blog. Enfim. Espero que gostem e comentem. Beijocas! 

7 comentários:

  1. QUE CAPÍTULO PER-FEI-TO!!!!! ADOREI!! E estou ansiosa por essa nova fanfic que está por vir

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  2. Continue, ta ótimo!

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  3. Tá perfeito, sempre que acho que está bom os capítulos melhoram. Adoroooooo
    até o próximo. Beeijos

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  4. Que capítulo perfeito. Já li umas 5 vezes, kkkkkkkk
    Parabéns, bom demais demais demais
    Beijaoooo :*

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Cadê capítulo 60???? Deus, que ansiedade!

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